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Vulcões

Mount Etna
Monte Etna
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Existem cerca de 1 500 vulcões ativos, dos quais cerca de 50 entram em erupção todos os anos. A maioria destes vulcões situa-se em torno do Oceano Pacífico – um cinturão conhecido como o “Anel de Fogo” do Pacífico. A Europa tem os seus próprios vulcões, como o Etna e o Vesúvio, que entraram em erupção várias vezes ao longo da história.

Pelo menos 500 milhões de pessoas vivem perto de um vulcão ativo. Quando ocorre uma erupção, as áreas próximas podem ficar cobertas de cinzas e lava incandescente.

Os campos e os edifícios podem ficar soterrados. Gases venenosos, nuvens de cinzas incandescentes ou fluxos de lama podem matar todas as pessoas que se encontrem no seu caminho. Felizmente, os satélites estão agora a ajudar a identificar os vulcões mais perigosos.

Sicily's Etna in early November
O Etna, na Sicília, no início de novembro

Os satélites Envisat e ERS-2 da ESA estudam os vulcões de diversas formas. As câmaras captam os fluxos de lava e as nuvens de cinzas. Os instrumentos de infravermelhos detetam a lava quente que está a subir à superfície.

O radar consegue observar a “respiração” de um vulcão à medida que a rocha derretida se move no seu interior. Um inchaço na superfície de apenas alguns milímetros pode revelar o aumento da pressão que antecede uma erupção. Outros sensores identificam os gases e as partículas libertados para a atmosfera.

Esses dados salvam vidas e ajudam a prever quando ocorrerá a próxima erupção. Os mapas de satélite das áreas afetadas também contribuem para as operações de resgate e recuperação.